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07 outubro, 2011

The Elders: Apoiando o legítimo direito palestino a um Estado

The Elders

 Apoiamos firme e fortemente o direito do povo Palestino à sua soberania  e acreditamos que as Nações Unidas é o fórum certo para abordar esta questão.

Mais de duas décadas de negociações não produziram nem um Estado para os palestinos, nem a segurança e o reconhecimento regional para Israel. A candidatura palestina para o seu reconhecimento enquanto Estado nas Nações Unidas poderia ser a "mudança no jogo", que reavive o processo de Paz no Médio Oriente.


Antes da reunião da Assembleia Geral das Nações Unidas em Setembro escrevemos a todos os Ministros dos Negócios Estrangeiros de todos os 27 estados membros da União Europeia, instando-os a adoptar uma forte posição comum em favor de uma resolução da ONU que apoiasse o direito do povo palestino a um estado. 

Como maior parceiro de negócios de Israel e os maiores doadores para a Autoridade Palestiniana, acreditamos que a UE tem um papel crucial a desempenhar no incentivo, a ambas as partes, a chegarem a um acordo de paz genuíno e duradouro.
Juntamente com cinco dos meus companheiros dos "The Elders"encontrei-me com Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina, em Nova York na véspera da entrega, ao Secretário-Geral, desta candidatura histórica. Tivemos uma discussão sincera com ele, expressando o nosso apoio para seus esforços para conseguir o reconhecimento de um Estado palestino.

NB: Tradução não certificada da declaração de Mary Robinson na newsletter de 7 de Outubro, dos "The Elders".

18 julho, 2010

Ashton apela para o fim do bloqueio a Gaza e a reabertura das fronteiras em Gaza

A chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, em visita à faixa de Gaza, neste domingo. insistiu que vai continuar a apelar às autoridades israelitas para que levantem o bloqueio imposto ao enclave palestiniano.

"Continuarei a fazer pressão para que sejam reabertos os postos fronteiriços a fim de melhorar a situação económica na faixa de Gaza e criar um futuro melhor para a sua população", garantiu Ashton, na sua segunda visita ao território em quatro meses.

"Reconhecemos e compreendemos as necessidades de segurança de Israel", sublinhou a representante da UE numa conferência de imprensa, "mas isso não deve impedir a possibilidade de livre circulação de mercadorias para dentro e fora de Gaza, para que as casas sejam reconstruídas, as crianças possam frequentar escolas que funcionem normalmente e o comércio renasça"