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24 maio, 2010

Un grupo de sacerdotes cordobeses, a favor del matrimonio homosexual

Un grupo de sacerdotes cordobeses, a favor del matrimonio homosexual   Por: Marta Platía. Corresponsalía en Córdoba. de Clárin

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Algo que o beato Presidente deveria ter em atenção.

A notícia está em espanhol mas penso que é perfeitamente acessível. Senão... há sempre o Google Translate.

No entanto passo a transcrever parcialmente o trabalho de Marta Platia, já que deixo de fora as citações do documento "aportes al debate sobre las modificaciones a la ley de matrimonio civil", pois irei publicá-lo na integra.

[Un grupo de sacerdotes cordobeses] "Emitieron un documento que dice que "Jesús jamás condenó la homosexualidad" y que los legisladores pueden "actuar distinto a lo que propone la jerarquía eclesial". Los curas son del movimiento tercermundista "Enrique Angelelli".

"Ante la posibilidad de una ley que permita a personas del mismo sexo ser 'matrimonio' y vivir profundamente el amor y la sexualidad, entendemos que aprobarla, acompañarla y profundizarla nos pone en el camino del Evangelio de Jesús", arranca el documento, que está llamado a provocar polémica en el seno de la Iglesia que formalmente cuestiona el matrimonio homosexual.

El documento se titula "aportes al debate sobre las modificaciones a la ley de matrimonio civil" y fue redactado por Nicolás Alessio, un sacerdote cordobés de 52 años, miembro de un grupo de sacerdotes tercermundistas llamado Enrique Angelelli. El texto fue respaldado por otros quince sacerdotes en ejercicio.

Consultado por Clarín, Alessio, quien es el cura párroco de la iglesia San Cayetano, en el barrio Altamira, dijo que "la Iglesia tiene derecho a oponerse a un matrimonio eclesial, pero aquí se habla de casarse por civil". En esa dirección, el sacerdote apuntó: "Claro, cómo van a aceptar esto, si ni siquiera aceptan el divorcio vincular, excomulgan a los que se casan en segundas nupcias y, si vamos al caso, tampoco aceptan el matrimonio civil entre heterosexuales, ya que si no pasan por el matrimonio religioso, para la Iglesia dos personas no están casadas realmente".

Para el cura, "el punto clave está en que en el fondo ellos consideran a la homosexualidad como una enfermedad, y no como una manera diversa de relacionarse".

Grupo de padres argentinos defendem casamento homossexual

In Opera Mundi, assinado por Daniella Cambaúva .
 

Um dia depois de centenas de pessoas realizarem uma manifestação na cidade argentina de Córdoba pedindo que os senadores não aprovem a lei que autoriza casamento entre pessoas do mesmo sexo, um grupo de sacerdotes decide fazer o oposto.

Segundo o padre Nicholas Alessio, integrante do movimento, o objetivo é "mostrar que dentro da Igreja há outras vozes para a diversidade”, citado pelo jornal local La Voz del Interior.

Por isso, decidiram "contribuir para o debate sobre as alterações na legislação referente ao casamento civil", pois acreditam que apoiar e acompanhar o debate pode colocar os fiéis "no caminho do Evangelho de Jesus." O grupo afirma também que há um “fundamentalismo anacrônico" naqueles que citam a Bíblia para "justificar seus próprios preconceitos".

Alguns hierarcas da igreja, disse Alessio, citado pelo site do diário argentino Página 12, "têm se considerado porta-vozes de Deus, então não discutem com ninguém, pois eles supõem que Deus não muda de opinião".

Alessio e onze colegas do Grupo de Sacerdotes Enrique Angelelli, percorre diariamente as cidades da província de Córdoba para ensinar catequese introduzindo novos temas."Lutamos pela inclusão, pela justiça e contra a pobreza", disse. “É muito natural encontrar casais homossexuais”, afirmou o padre, da Igreja San Cayetano, no bairro de Altamira.

O grupo de sacerdotes afirma que o que a igreja defende não necessariamente corresponde ao que está no Evangelho. "Este é um dos casos". Afirmam num documento elaborado para defender a aprovação do casamento homossexual. Nele, afirmam acreditar que "Jesus nunca definiu uma doutrina para casamento, mas apenas seguir os costumes do seu tempo,num contexto social machista e patriarcal”.

Após as primeiras notícias na imprensa local, começaram as reacções de quem discorda dos sacerdotes. Na capital, pessoas que são contra a mudança na legislação têm convocado protestos e pregado cartazes com frases como: "Não aos caprichos de pervertidos! "e "A família morre".

A reacção do bispo de Córdoba foi imediata. Segundo a agência de notícias estatal argentina, Télam, ele divulgou um comunicado afirmando que as declarações de Alessio e dos outros onze "não representa de forma alguma o sentimento da Igreja Católica" e pediu que os senadores de Córdoba se oponham "para o bem do país e das suas futuras gerações."

Para Alessio, “nem os bispos nem o Papa aceitam a realidade, de que hoje vivemos em um mundo plural”.

Em Córdoba, segundo pesquisas realizadas por institutos privados, 53,4 % da população é contra a lei que estende o casamento civil para homossexuais. Alessio tem disso consciência. "A Córdoba tradicional é conservadora, por isso nos castigam por todos os lados e nos repudiam. Mas é preciso saber que há outra Córdoba, de uma sociedade com pessoas abertas".

"Israel está fazendo muito dinheiro com a ocupação da Palestina", diz economista israelense

"Israel está fazendo muito dinheiro com a ocupação da Palestina" in Opera Mundi

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"Os impactos de anos de ocupação israelense sobre a economia palestina na Faixa de Gaza e na Cisjordânia e a nova onda de migração de trabalhadores da Ásia para substituir a mão-de-obra palestina, confinada nos territórios, são os principais temas abordados pelo economista israelense Shir Hever, membro do Alternative Information Center, nessa entrevista ao Opera Mundi.

Segundo o estudioso, mestre em História e Filosofia pelo Instituto Cohen, na Universidade de Tel Aviv, Israel tem controle inclusive sobre as doações internacionais. Independente da moeda que ingressa nos territórios (dólar, euro, libra etc), o montante precisa ser aplicado no Banco Central de Israel, e depois, convertido para o shekel, dando lucro para o Estado judeu.

Shir, autor de uma série de estudos sobre os impactos da ocupação – todos disponíveis para download – vive na Jerusalém dividida não apenas pela ocupação militar e pela política, mas por ações sócio-econômicas que ampliam o abismo criado pelo desejo de fazer da cidade uma capital israelense. Jerusalém é hoje, sem dúvida, a capital da ocupação.

..."

Pode ler a entrevista aqui.