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22 fevereiro, 2011

ELECTRONIC INTIFADA (Update 21.02.2011)

EGYPT-ISRAEL "PEACE TREATY" BROUGHT MORE WAR THAN PEACE
By Richard Irvine
The Electronic Intifada, 21 February 2011

In the wake of Egypt's revolution, Israeli and Western commentators have called the 1979 Egypt-Israel peace treaty "cornerstone" of regional peace and stability. That Israel always viewed the treaty as a blank check for war, however, is evident both in its behavior and in fears that the abrogation of the treaty might mean Israel will have to curtail its military interventions.

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AL-TUWANI CHILDREN'S STRUGGLE TO GO TO SCHOOL
By Samuel Nichols
Live from Palestine, 21 February 2011

On the afternoon of 7 February 2011, masked Israeli settlers from Havat Maon outpost chased a group of twelve Palestinian schoolchildren who were walking home from school in al-Tuwani village in the occupied West Bank's South Hebron Hills. The Israeli military had failed to arrive to escort the schoolchildren, forcing the children to take a longer path without the army's escort.

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FAMILIES FORCED OUT AS ARMY OCCUPIES JERUSALEM ROOFTOP 
By Jillian Kestler-D'Amours
The Electronic Intifada, 18 February 2011

For at least five months, Israeli military has been stationed on the roof of Abid Abu Ramuz's building -- which houses a total of 69 persons from seven separate families, as well as a mosque -- in the heart of Silwan's Baten al-Hawa neighborhood.

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ACTIVISM ROUNDUP: BILIN COMMEMORATES SIX YEARS OF PROTEST Report
The Electronic Intifada, 18 February 2011 

The Electronic Intifada brings you this roundup of recent activism news from across the globe, including disruptions by university students of speeches by an Israeli soldier and a politician in Massachusetts and in Scotland, a move to challenge Seattle's violations of free speech rights and a Palestinian youth group's demonstration against a settler-only marathon in the occupied West Bank.

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ABOUT: The Electronic Intifada (EI), found at http://electronicIntifada.net, publishes news, commentary, analysis, and reference materials about the Israeli-Palestinian conflict from a Palestinian perspective. 

EI is the leading Palestinian portal for information about the Israeli-Palestinian conflict and its depiction in the
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26 novembro, 2010

Convite para ver o documentário "Billin against the wall" -27/11 - 18:00

Convite para assistir à projecção do documentário "Billin against the wall" (Jan. 2008, 40 min.), no próximo sábado, 27 de Novembro pelas 18:00, na Casa do Brasil, Rua Luz Soriano (Bairro Alto), 42, 2º andar, em Lisboa.

O documentário conta a história dos moradores de Bi'lin, que numa acção de resistência não-violenta se vem manifestado semanalmente, todas as sextas-feiras, contra a construção do muro de separação junto à sua aldeia, o recolher obrigatório, a invasão das suas casas pelas tropas de ocupação israelitas e contra a ocupação.
Estas manifestações têm contado com a participação solidária de activistas israelitas e internacionais e com a repressão feroz das forças de ocupação israelitas.
Esta é apenas uma história sobre a comunidade de Bi'lin, mas podia ser a de outras comunidades da Cisjordânia - Jayyous, Budrus, Ni’lin, Umm Salamonah - ou até de Gaza, que já aderiram a esta forma de resistência não-violenta ao ocupante ilegal, opressor e repressivo: Israel.
Hoje esta forma de luta tem uma coordenação que reúne os Comités Populares contra o Muro e os Colonatos e que se definiram, desta forma, num documento apresentado à 5.ª Conferência da Resistência Palestina de Bi’lin (21 -23 Abril 2010)

"Os Comités Populares são grupos locais de base. Não somos filiados em nenhuma facção ou partido político. A nossa lealdade é para com nosso povo e nossa terra. Acreditamos que a criatividade e a esperança são as nossas ferramentas mais eficazes para quebrar as algemas da ocupação e da opressão e viver em liberdade. Somos civis, pessoas comuns, que estão engajadas numa luta palestina liderada pelos activistas palestinianos, israelitas e internacionais pela vida e liberdade, tal como consagrado na Declaração Universal dos Direitos do Homem e no direito internacional.

A nossa luta está ganhando impulso e alcançando vitórias, mas, porque a resistência popular ameaça a sustentabilidade da ocupação, as nossas vitórias também intensificam a repressão com que as autoridades de ocupação tentam esmagar o nosso movimento. Numa tentativa para nos destruir Israel está atacando activistas e membros dos comités populares, através de prisão e violência. Durante os últimos anos de luta contra o Muro do Apartheid, 20 manifestantes desarmados foram mortos, 100 presos e milhares feridos. "
Um exemplo da repressão acima referida é o caso de Abdallah Abu Ramah, coordenador do Comité Popular contra o Muro e os Colonatos de Bi’lin, condenado a 12 meses de prisão.
Preso a 10 de Dezembro de 2009 por soldados das forças de ocupação israelitas que invadiram a sua casa no meio da noite, foi posteriormente presente num tribunal militar israelita sob acusações infundadas, que incluíram o lançamento de pedras e posse de armas.

Abu Rahmah foi absolvido dessas duas acusações, mas foi condenado por incitamento e organização de manifestações ilegais, em 24 de Agosto, a um ano de prisão.
Um caso exemplar de abuso do sistema judicial militar israelita na Cisjordânia, com o objectivo de silenciar a dissidência política legítima, a condenação de Abu Rahmah foi objecto de duras críticas internacionais.

Então e de ie imediato a responsável pela política externa da UE, Catherine Ashton, manifestou a sua profunda preocupação dado "que a possível prisão do Senhor Abu Rahma destina-se a evitar que ele e outros palestinos exerçam o seu legítimo direito de protesto [...]".
Abdallah Abu Rahmah deveria ser libertado no passado dia 18 de Novembro, após ter cumprido a pena de prisão de um ano a que fora condenado. No entanto permanece preso após o Tribunal Militar de Apelações ter decidido, no passado dia 24 de Novembro, – quase uma semana depois do prazo limite para ser libertado por cumprimento da pena que lhe fora imposta - mantê-lo preso, enquanto se aguarda uma decisão sobre um recurso da sentença (entretanto já cumprida) apresentado pela Procuradoria Militar.

Para saber mais consulte: