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20 agosto, 2012

19 anos depois do Acordo de Oslo

De la nota del editor de PALESTINA HOY
20-8-2012 LOS DIFUNTOS ACUERDOS DE OSLO …Ya han pasado 19 años del parto de los acuerdos de Oslo, se esperaba una criatura que fuera a heredar un mun
do feliz que se lo prometieron los padres de ese enjambre de pasos hacía la Paz, con la declaración del Estado Palestino a más tardar 5 años desde el alumbramiento de la criatura, como colofón del comienzo de la normalidad entre dos Estados en Palestina. Normalidad que era el objetivo declarado de los palestinos, pero para Israhell era una táctica de un objetivo deseado desde décadas, solo que no era para con los palestinos, sino con los países árabes que se resistían formalizar esa normalización (no por patriotismo y lealtad a la causa palestina, sino por temor al descontento de sus pueblos) Y así fue que Israhell añadió a sus victorias militares otra victoria política... Leer el artículo completo en:
 

14 novembro, 2010

"Este é o momento para acabar com a ocupação e para os palestinos serem livres" declara a OLP

Comunicado da Organização para a Libertação da Palestina de 14 de Novembro de 2010

Em 15 de Novembro de 1988, o Conselho Nacional Palestino declarou o Estado da Palestina dentro das fronteiras internacionalmente reconhecidas de 1967, com Jerusalém Oriental como a nossa capital. No processo, abandonamos a nossa reivindicação de 78 % da nossa pátria histórica. Vinte e dois anos após esta declaração, Israel continua a fazer todo o possível para minar a possibilidade de um Estado palestino.

Dr. Saeb Erekat, o negociador-chefe palestino afirmou que "em 1988, apelámos à criação de um Estado palestino independente, com Jerusalém Oriental como sua capital, em apenas 22% do nosso território. Este foi um compromisso histórico feito no esforço para alcançar uma paz autêntica e duradoura. "

"Em resposta, Israel tem aprofundado a sua ocupação através da construção de mais colonatos, duplicando o número de colonos na nossa terra. Infelizmente, Israel tem utilizado o processo de negociação como uma forma de cimentar a sua ocupação e negar-nos a nossa liberdade. "

"Hoje, pedimos que a comunidade internacional nos ajude a colocar um fim a estas violações flagrantes do direito internacional, é tempo de reconhecer o Estado palestino nas fronteiras de 4 de Junho de 1967, e exigir a plena aplicação dos direitos dos nossos refugiados em conformidade com o direito internacional e a Resolução 194 da Assembleia Geral da ONU. Este é o momento para acabar com a ocupação e para os palestinos serem livres"

Para mais esclarecimentos (em inglês) sobre o tema siga o link: "Vinte e dois anos após o compromisso histórico palestino”


10 novembro, 2010

Netanyahu diz que questão dos colonatos é um "exagero"

Netanyahu diz que questão dos colonatos é um "exagero" - Mundo - PUBLICO.PT

Face uma tal gabarolice deveria ser obvia a resposta e imediata a chamada dos embaixadores dos países que de facto querem construir uma paz duradoura no Médio Oriente para consultas isolando assim diplomaticamente o governo de Israel.

De seguida iniciar os procedimentos para o reconhecimento do Estado Palestino nas fronteiras de 4 de Junho de 1967 e para a criação de uma força de interposição da ONU q assegurasse a segurança de ambos os Estados.

E creiam que esta é uma visão bastante "soft" já que, queiram ou não, desde há muito Israel é um Estado pária porque tripudia sobre o direito internacional e humanitário, os direitos humanos e as resoluções da ONU.

Sendo dos que reconhecem o Estado de Israel e o seu direito á segurança nas suas fronteiras, sou dos que não podem aceitar a continuada agressão, repressão e opressão do povo palestino na sua própria terra e que exigem o seu fim, com a retirada das forças de ocupação ilegais de Israel, o desmantelamento dos colonatos ilegais perante o direito internacional e até, em muitos casos perante a lei israelita e decisões do Supremo Tribunal de Israel, com a libertação dos presos políticos e de guerra, incluindo o soldado Shalit, e a negociação do direito de retorno dos refugiados palestinos

31 maio, 2010

Embaixadores da UE em reunião de urgência para.. questões avulsas

 Embaixadores da UE em reunião de urgência para discutir ataque de Israel - Mundo - PUBLICO.PT

Eu sei que caracterizar o ocorrido como "questões avulsas" não é de todo correcto, mas de facto, apesar da maioria não notar, morrem palestinos quase todos os dias, são presos sem culpa formadada, são torturados, brutalizados, reprimidos, oprimidos, descriminados, "desaparecem", apodrecem em prisões - até crianças - sem julgamento, tiram-lhe as casas e as terras, sobre falsos pretextos... e isto há sessenta e dois anos!

E os Ministros vão discutir este ataque?

Que o analisem, tudo bem, que nada irão resolver. Porque o cerne da questão é:
  • a ocupação ilegal do território palestino e a sua apropriação indevida pelos colonatos;
  • o bloqueio da Faixa de Gaza;
  • a situação dos refugiados palestinos;
  • a criação de um Estado Palestino independente, soberano, tendo como capital Jerusalém oriental, e com as condições e garantias necessárias para que viva e em Paz com o seu vizinho Israel;

19 julho, 2009

Russia exorta Israel para que pare actividade dos colonatos

A Rússia exorta Israel para que acabe com todas as actividades de colonização na Cisjordânia, declarou este domingo, durante uma visita à Síria, o enviado especial ao Médio Oriente de Moscovo, Alexander Saltanov.

Após uma reunião com o Ministro dos Negócios Estrangeiros sírio Walid Muallem, o Vice-Ministro dos Negócios Estrangeiros russo Alexander Saltanov declarou aos jornalistas: "Moscovo apela a um fim de todas as formas de actividades de colonização, incluindo o crescimento natural".

Durante o encontro, os diplomatas discutiram os meios de impulsionar o processo de paz na região, e constataram a "forte determinação da comunidade internacional para renovar o diálogo com o objectivo de resolver o conflito árabe-israelita", disse Saltanov.

A Rússia, juntamente com os outros três membros do Quarteto para o Médio Oriente - Organização das Nações Unidas, União Europeia e Estados Unidos – já concordara, numa reunião de Ministros dos Negócios Estrangeiros, em finais de Junho, que a única solução viável para o conflito israelo-palestino é a da criação de um estado palestino.

O Quarteto também concordou que a situação em Gaza é insustentável, e manifestaram sérias preocupações sobre a situação humanitária no enclave.