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12 setembro, 2011

Enquanto Ashton negoceia pela UE, Alemanha torpedeia...

De acordo com informações vinculadas pelo jornal israelita Haaretz enquanto a responsável das Relações Exteriores da UE, Catherine Ashton procurava chegar a um acordo com a Autoridade Palestina para que esta viesse a baixar a sua reinvindicação de ver reconhecida, na próxima AG da ONU, a Palestina como um Estado de pleno direito, para a de ser acolhida como um membro não-permanente, em troca do apoio em bloco dos 27 a esta proposta, o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Alemanha, Guido Westerwelle, terá afirmado a Mhamoud Abbas que não apoiaria a proposta de admissão da Palestina na ONU.
 
Por outro lado diz-nos ainda o Haaretz que Ashton estaria a negociar um acordo com os EUA, em que este se absteria de votar e manteria o apoio financeiro aos palestinos  em troca da promessa do presidente palestino Mahmoud Abbas de não levar Israel ao Tribunal Penal Internacional.  
 
(Estranho acordo que só vem confirmar que existiram crimes de guerra e contra a humanidade cometidos pelos governantes de Israel e pelas suas Forças Armadas e Agências, que agora se pretendem branquear. Sem esquecer a responsabilidade primeira dos EUA nesta triste história, ao longo dos últimos 63 anos.)

30 abril, 2010

Criação de uma agência de rating europeia na ordem do dia

O Ministro dos Negócios Estrangeiros da Alemanha, Guido Westerwelle, declarou hoje que vai tomar iniciativas para criar uma agência de notação financeira europeia.

Aliás a ideia não é nova pois já Jean-Claude Juncker, o luxemburguês, Presidente do EuroGroup (o forum dos ministros das finanças da União Europeia) se tinha pronunciado, em 5 de Março passado, a favor da criação de uma agência de rating europeia, que seria supervisionada pelo Banco Central Europeu (BCE).

"Nós ouvimos demasiado as agências de notação", declarou então Juncker à rádio alemã Deuschlandfunk, "quando elas, a Standard & Poor's, Moody's e a Fitch, contribuíram para a queda dos mercados financeiros, a partir do final de 2008."

"Seria sensato que nós criássemos na Europa uma agência própria", acrescentou Juncker.