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01 janeiro, 2012

Jordânia propõe reunião preparatória Palestina- Israel. Palestina mantêm posição negocial.

From: Negotiations Affairs Department Office
Sent: domingo, 1 de Janeiro de 2012 16:43
Subject: Dr. Saeb Erekat, Chief Palestinian Negotiator, expressed his appreciation to the invitation of His Majesty King Abdallah II to meet with Quartet and with the parties in Amman.

FOR IMMEDIATE RELEASE

Dr. Saeb Erekat, Chief Palestinian Negotiator, expressed his appreciation to the invitation of His Majesty King Abdallah II to meet with Quartet and with the parties in Amman.  
"This invitation is part of ongoing Jordanian efforts to compel Israel to comply with its international legal obligations and those under the Quartet Road Map, specifically its obligation to freeze all settlement construction in all the occupied Palestinian territory, including occupied East Jerusalem."
Dr. Erekat called upon Israel to "seize this opportunity to stop all settlement construction, accept the two-state solution on the 1967 border, and release Palestinian prisoners, in order to have the conducive environment called for under the Quartet Statement of 23 September 2011, for meaningful and credible talks."

عبر الدكتور صائب عريقات كبير المفاوضين عن فائق تقديره لجلالة الملك عبد اللة الثاني لدعوتة إجتماع بين الأطراف في عمان.
وأضاف كبير المفاوضين: إن هذه الدعوة تأتي ضمن الجهود الأردنية المستمرة لإلزام الحكومة الإسرائيلية الإلتزام بالشرعية الدولية ومنها خطة خارطة الطريق والتي تنص على تجميد تام لإستيطان في الأراضي الفلسطينية المجتلة بما فيها القدس الشرقية.
ودعا كبير المفاوضين: الحكومة الإسرائيلية بإستغلال هذة الفرصة لوقف نشاطتها الإستيطانية والقبول بمبدأ حل الدولتين على حدود حزيران 1967 وإطلاق سراح الأسرى, وذلك لإيجاد أرضية مناسبة كما جاء في بيان الرباعية في 23.09.2011 لبدأ بمحدثات ذات مغزىا حقيقي لإنهاء الأحتلال وقيام الدولة الفلسطينية وعاصمتها القدس الشرقيه.

26 outubro, 2011

Após a reunião com o Quarteto: "Fórmulas falhadas não podem ser reexperimentadas"

PALESTINE LIBERATION ORGANIZATION

NEGOTIATIONS OFFICE

Press Release

26 October 2011


"We explained to the Quartet that we are prepared to sit at the negotiating table as soon as the Israeli government freezes all settlement construction and accepts clear terms of reference, specifically the 1967 borders"


Please find below links to the press release, issued by Chief Palestinian Negotiator, Dr. Saeb Erekat, following the meeting with Quartet representatives this afternoon:


"We explained to the Quartet that we are prepared to sit at the negotiating table as soon as the Israeli government freezes all settlement construction and accepts clear terms of reference, specifically the 1967 borders.  These are not favors that Israel is doing for us. These are its obligations in accordance with international law and the Road Map.  Anything short of that will simply put us back on the failed track that we have been on for the last 20 years."

19 setembro, 2011

Juppé oferece a Abbas uma mão-cheia-de-nada!

A hipocrisia e o desespero não têm limites no tocante à Palestina

Segundo o al-Hayat de hoje, o MNE francês Alain Juppé vai oferecer a  Abbas um plano de compromisso que PERMITA à Autoridade Palestiniana GANHAR o estatuto de observador na ONU em troca de uma promessa de que o Quarteto (EUA-EU-Rússia-ONU), representado pelo Sr. Blair,  aumentará os esforços para reavivar as negociações de paz estagnadas.

Ou seja uma mão cheia de nada.

A obrigação do Quarteto já era forçar as negociações de paz. Que tem feito? Nada! O Sr. Blair viaja e pavoneia-se pelo Médio Oriente à custa do dinheiro dos povos.

A questão é que a ONU tem conciliado com todas as ilegalidades, crimes de guerra e crimes contra a humanidade que Israel tem perpetrado. E Israel  é membro de pleno direito da ONU desde 11 de Maio de 1949.

É com esse estatuto que, ao longo da sua breve história, ocupa, coloniza e anexa territórios da Palestina e é com esse estatuto que oprime, reprime, prende, tortura e assassina os habitantes desses territórios, quer a nível individual, quer a nível de todo um Povo, cometendo crimes de guerra e contra a humanidade que a ONU condena, mas que nada faz para pôr fim, para além de algumas verberações inócuas.

A ONU faz vista grossa e qual catavento roda para onde a empurra o hálito corrompido dos EUA.

16 dezembro, 2010

ONU reitera rejeição dos colonatos israelitas em terras palestinas

As Nações Unidas reiteraram a sua rejeição à construção de colonatos israelitas nos territórios palestinos ocupados e deixou aos Estados Unidos a tarefa de retomar os contactos indirectos entre Tel Aviv e a Autoridade Palestina.

A ONU mantém que a actividade de colonização é contrária à lei internacional, ao Road Map e à posição do Quarteto para o Médio Oriente, afirmou o coordenador da organização para o processo de paz nessa região, Robert Serry.

Durante a sua comparecência mensal ante o Conselho de Segurança para analisar o conflito nessa área o diplomata fez questão de frisar que Israel deve cumprir suas obrigações, congelando a edificação nos colonatos e desmantelando os que foram construídas desde Março de 2001.

Assim mesmo, considerou necessária a participação dos Estados Unidos como mediador entre Tel Aviv e a parte palestina para retomar as reuniões indirectas.

A intransigência israelita em prosseguir com a construção nos colonatos foi o argumento utilizado por Washington para, há cerca de duas semanas, abandonar as pressões que exercia sobre Israel para o regresso às negociações directas.

Segundo Serry, é crucial "a mediação de uma terceira parte", referindo o papel ora outorgado a Washington com o objectivo de alcançar uma solução de dois Estados (um israelita e outro palestino) e o fim da ocupação dos territórios iniciada em 1967.

01 setembro, 2010

Israel: Eleições à porta ou o caso do aprendiz de analista

Não sei se repararam mas desde sexta-feira, o movimento que defende a paz em Israel tem vindo a manifestar-se de uma forma firme e clara contra a ocupação ilegal dos territórios palestinos e contra a manutenção de colonatos ilegais.


Apesar de 4 deles já terem recuado face às ameaças governamentais e dos directores das companhias que não aderiram e onde representavam, esta tomada de posição foi algo de inesperado e que veio a demonstrar a cisão que existe entre diversos sectores da sociedade israelita sobre os colonatos e a ocupação ilegal.

De seguida 150 académicos de Israel, afirmaram em carta aberta que se recusariam participar "em qualquer tipo de actividade cultural para além da Linha Verde", que separa Israel da Cisjordânia, e que nem participariam em quaisquer “debates, seminários ou palestras ou em qualquer tipo de iniciativa académica nos colonatos".

Ontem, quase coincidindo no tempo, alguns dos mais conhecidos escritores e intelectuais de Israel pediram um boicote cultural e académico aos colonatos judaicos na Cisjordânia, entre eles três dos mais importantes escritores de Israel - Amos Oz, David Grossman e AB Yehoshua - apoiaram o apelo.

Juntamente com outros artistas e poetas, os escritores assinaram uma carta aberta afirmando: "A legitimação e a aceitação da colonização causa prejuízos perigosos às oportunidades de Israel alcançar um acordo de paz com seus vizinhos palestinos."

Ambas as cartas foram destinadas a mostrar solidariedade para com a iniciativa dos actores, já acima referida.

Hoje aparece Ehud Barak a cometer a “inconfidência” de que Israel estaria disposto a entregar partes de Jerusalém no âmbito das conversações de paz com palestinianos.

Suspeito que esta inconfidência seja uma manobra eleitoral de Ehud Barak, que assim procura “cavalgar” a onda da paz ciente que seja qual for o resultado das negociações a coligação que apoia o governo já não tem futuro e que as eleições estão aí ao virar da esquina.

De facto seja qual for a posição de Netanyahu, nas negociações que começam amanhã o destino da coligação está traçado.

Ou porque Netanyahu ciente da situação se irá procurar colocar na posição de “um corajoso paladino da paz, mas firme na defesa da segurança de Israel”, aceitando os parâmetros e acordos das anteriores negociações israelo-palestinas: Dois Estados; fronteiras de 1967, retirada dos TPO incluindo Jerusalém Oriental, “terras por paz”, programa de indemnizações aos refugiados, assim fazendo cair o governo de coligação mas ganhando o apoio do “amigo americano”.

Vai a votos, ganha as eleições e faz coligação com os trabalhistas e com o Kadima, que anda “desaparecido” ou…

porque escolheu o caminho da rutura usando as já conhecidas mantras “não há interlocutor credível” e/ou “as condições são inaceitáveis”; o Partido Trabalhista de Ehud Barak saí da coligação para cavalgar o processo de paz; vão a votos e Netanyahu perde as eleições porque não agradou nem aos que querem a paz e boas relações com os E.U.A., nem aos que pretendem instituir o Eretz Israel.

Se não falámos dos outros membros do Quarteto é porque, em minha opinião, eles pouco fizeram e fazem para ter expressão nesta equação. 

Uns porque estão rendidos ao “império”: Ban Ki-moon para sobreviver e a Federação Russa porque precisa da tecnologia americana. 

No caso da União Europeia porque não tendo uma política externa definida de acordo com os seus interesses geoestratégicos, acompanha, mesmo que sem convicção, o diktat do aliado e ainda (?) “protector”.

29 agosto, 2010

Paz israelo-palestiniana? Uma opinião do Gen. Loureiro dos Santos

Paz israelo-palestiniana? - Loureiro dos Santos - Correio da Manhã

Loureiro dos Santos analisa brevemente a quem não interessa a paz no Médio Oriente: Aos radicais do governo de Telavive, aos extremistas do Hamas e aos países sunitas enquanto permanecer a ameaça hegemónica do Irão sobre o Golfo/Médio Oriente.

E não arriscando um prognóstico indicia a morte anunciada destas conversações.

Mas o perigo mais próximo e dominante será o Irão ou a eclosão da revolta de um povo que mais uma vez irá ver postergados os seus inalienáveis direitos à autodeterminação, à liberdade e à paz?

E falhando as negociações não falharão antes do mais Obama e os restantes parceiros do Quarteto, nomeadamente a União Europeia, quanto à sua política de contemporização com o continuado desrespeito das leis internacionais, das decisões dos órgãos de regulação internacional, do direito humanitário e dos direitos humanos por parte de Israel?

É tempo de o movimento de solidariedade com o povo palestino e pela paz e segurança na região se unir e definir um programa conjunto de acção. Há que entretecer os pequenos fios de solidariedade numa só bandeira: a da Paz.

24 agosto, 2010

OLP reafirma posições de referência para as negociações com Israel

O Dr. Saeb Erekat, chefe negociador palestino, numa conferência de imprensa realizada ontem para discutir as posições palestinas no avanço das negociações directas com Israel, marcadas para começar em 2 de Setembro em Washington, destacou a declaração do Quarteto para o Médio Oriente como um ponto de viragem na decisão da OLP de entrar em negociações directas. A declaração, feita em 20 de Agosto de 2010, mencionava os termos de referência de Madrid, as resoluções do Conselho de Segurança e da Iniciativa Árabe de Paz como ponto de partida para esta nova ronda de negociações. A OLP considera que estes princípios serão as bases para as negociações directas.

O Dr. Erekat começou por afirmar que quaisquer conversações de paz bem sucedidas devem conduzir a um Estado soberano palestino nas fronteiras de 1967, com Jerusalém Oriental como sua capital e uma solução justa e acordada para o problema dos refugiados, em conformidade com a Resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas 194 (UNGAR 194).

O Dr. Erekat destacou o compromisso palestino para com as negociações de paz, mencionou ainda as suas sérias reservas quanto às intenções e o compromisso de Israel com uma paz justa e duradoura entre palestinos e israelitas.

Esse cepticismo, disse ele, é resultado das continuadas actividades de colonização, demolições de casas e outras práticas ilegais no território palestino ocupado, de Israel. O compromisso de Israel para um acordo negociado e para uma solução de dois Estados serão evidentes no terreno. Se novos concursos para construção forem emitidos (um plano que já foi anunciado pelo governo de Netanyahu) durante o processo de negociação, será uma afronta clara à paz e os palestinos serão assim expulsos do processo de negociações.

O Dr. Saeb Erekat afirmou que o presidente Abbas enviou uma série de cartas ao presidente Obama, a Lady Ashton, ao Secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon e ao Presidente Medvedev. Nessas cartas, o presidente Abbas expressou o seu compromisso com a paz e exigiu que a comunidade internacional tome uma posição forte e inequívoca sobre a obrigação de Israel de congelar todas as actividades de colonização, sem excepções. O Presidente Abbas também reiterou a posição da OLP: se a colonização, as demolições de casas e os despejos continuarem, os palestinos não continuarão negociando.

O Dr. Erekat também mencionou que, mesmo antes de as negociações directas começaram, Israel já tornou conhecidas as suas pré-condições - um Estado palestino desmilitarizado, uma zona de segurança no Vale do rio Jordão e o reconhecimento palestino de um Estado "judeu".

Os Palestinos entram nestas negociações, para as quais foram chamados ao lado de Israel, de boa fé e sem condições prévias pedindo para ter um parceiro israelita disposto a aceitar os termos de referência, há muito estabelecidos e internacionalmente aceites das nossas negociações.

Fonte: PLO Media Brief - 23de Agosto de 2010

23 agosto, 2010

Abbas abandonará negociações se houver retoma na expansão dos colonatos

O presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, informou o Quarteto para o Médio Oriente de que abandonará as negociações directas de paz - que recomeçam a 2 de setembro em Washington - se Israel continuar a expansão dos colonatos.

"Espero que o Governo israelita escolha a paz e não os colonatos", escreveu Abbas numa carta dirigida ao Quarteto (Estados Unidos, Rússia, União Europeia e ONU) e citada pela agência palestiniana Wafa.

Na sua carta, Mahmoud Abbas considera que a expansão dos colonatos israelitas e o diálogo para a paz não podem ter lugar ao mesmo tempo.

17 agosto, 2010

Israel rejeita qualquer condição prévia às negociações directas de paz

O governo de Israel rejeita qualquer condição prévia para regressar às negociações directas de paz com os palestinos, informou um alto funcionário do gabinete israelita antes de uma reunião do Quarteto para o Médio Oriente, sundo a AFP.

"Israel está preparado para negociações directas imediatas, mas sem nenhuma condição prévia", afirmou à AFP esta fonte, que pediu anonimato.

"Os palestinos, que perdem um tempo precioso negando-se a reiniciar os contactos directos, poderão colocar na mesa de negociações todos os temas que quiserem", completou.

Segundo a imprensa israelita, os sete ministros mais importantes do governo decidiram no domingo que Israel deve rejeitar um comunicado que o Quarteto para o Médio Oriente (Estados Unidos, União Europeia, ONU e Rússia) deve divulgar nos próximos dias.

De acordo com a imprensa, no comunicado o Quarteto pedirá a Israel o prolongamento do período de 10 meses de congelamento parcial da colonização na Cisjordânia, que expira em 26 de Setembro.

Ainda de acordo com os jornais israelitas, o comunicado deverá propor que se estabeleça um prazo de um ou dois anos para concretizar um acordo sobre a criação de um Estado palestino.

Enquanto Netanyahu entoa a mantra da paz, vai socapando ao máximo a realização das necessárias conversações. Não se entende porque se recusa a congelar a colonização em territórios ocupados da Palestina, quando face a lei internacional e ao rationale de um acordo de paz, esses colonatos deveriam ser extintos, salvo acordo entre as partes de permuta de territórios.

30 julho, 2010

A paz de Netanyahu: Colonos ocupam edifício habitado por palestinos em Jerusalém Oriental

Um grupo de colonos judeus ocupou na quinta-feira um prédio no bairro muçulmano da Cidade Antiga de Jerusalém no qual moram nove famílias palestinas.

Os colonos invadiram a casa quando a maior parte de seus ocupantes estava fora do edifício, de dois andares e 11 quartos, situado muito perto da Esplanada das Mesquitas, informou o jornal israelita Haaretz.

"Duas famílias israelitas entraram quinta-feira de manhã num imóvel que estava vazio. Quando a Polícia chegou, apresentaram documentos que mostram claramente que compraram a parte do imóvel na qual entraram", disse à agência EFE o porta-voz policial, Miki Rosenfeld, que acrescentou que "os documentos estão sendo examinados", para determinar sua veracidade.

Rosenfeld negou que os israelitas estivessem armados e que tenham ocupado o imóvel com protecção policial, informaram alguns meios de comunicação.

Hatem Abdel Kader, encarregado dos Assuntos de Jerusalém na Autoridade Nacional Palestina (ANP), assegurou à agência palestina Ma'an que os documentos dos colonos são falsos e que eles já perderam um julgamento em 1996, quando tentaram ficar com a propriedade.

Segundo Kader, o imóvel pertence a Kamal Handal, que o alugou há anos à família Qarsh.

As Nações Unidas denunciaram o facto num duro comunicado, emitido pelo coordenador especial da ONU para o Processo de Paz no Oriente Médio, Robert Serry, no qual "deplora a acção inaceitável dos colonos israelitas armados que tomaram à força um edifício que é o lar de nove famílias palestinas".

"Peço às autoridades israelitas que expulsem os colonos da propriedade e restabeleçam a situação anterior", afirma a nota, na qual Serry denuncia também que as autoridades israelitas destruíram ontem um número indeterminado de estabelecimentos comerciais palestinos nos arredores de Jerusalém Oriental.

"Estes actos provocatórios chegam num momento crítico dos esforços da comunidade internacional para fazer avançar o processo de paz. Apelo ao Governo de Israel que atenda a chamada do Quarteto (EUA, UE, ONU e Rússia) para abster-se de realizar acções provocativas em Jerusalém Oriental, incluindo demolições de casas e despejos", afirma o representante da ONU.

30 junho, 2010

Não haverá Estado Palestino antes de 2012! "Decreta" Avigdor Liberman

Avigdor Lieberman, afirmou que não haverá Estado palestino antes de 2012, ao receber ontem , em Jerusalém, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Federação Russa, Sergei Lavrov.

Uma declaração de circunstância para "amansar" Obama e os seus aliados.

16 junho, 2010

Blair saudou acordo com Netanyahu para aliviar bloqueio a Gaza

Blair hails deal with Netanyahu to ease Gaza blockade - Haaretz Daily Newspaper | Israel News

O ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair declarou que "o plano irá permitir-nos manter as armas e material de guerra fora de Gaza, mas por outro lado, ajudará a população palestina".

Tony Blair, o enviado especial do Quarteto (EUA, Rússia, UE e ONU) para o Médio Oriente, saudou, esta terça-feira, a expectável aprovação pelo governo israelita de um plano para aliviar o bloqueio à Faixa de Gaza e permitir que mais ajuda entre no território como "um passo muito importante."

O plano, que foi formulado em conjunto por Tony Blair e o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, provavelmente, será apresentado ao governo para aprovação nesta quarta-feira.

Para ler o restante artigo (em inglês) siga o link acima indicado.

O Governo de Netanyahu está em risco quer a nível internacional quer a nível nacional. Então surge o valente membro do Quarteto, a conciliar um planozinho de salvação para Netanyahu e de caridadezinha para os sitiados palestinianos.

Os sitiados continuarão sitiados, e a morrer sobre as agressões israelitas, se saem à pesca ou se vão trabalhar a terra, a sua terra, ou se... vão a passar, só que porventura morrerão mais bem alimentados e cuidados, e Israel continuará a tripudiar sobre as leis internacionais e humanitárias, como até aqui.

Nos 70 anos de Auschwitz e no terceiro ano do bloqueio definitivo à Faixa de Gaza, há que saudar o Quarteto por se mostrar um bom aluno da máxima: “é preciso que as coisas mudem para que permanecem como estão”.