Só morre quem nada deixou. O Pedro Ramos de Almeida, deixa prole, deixa livros e ajudou a plantar a árvore da Liberdade. Cumpriu com honra, até ao fim, a sua parte, como ser humano e como cidadão. Só acrescentar o que a notícia não traz: O Pedro Ramos de Almeida era militante do PCP.