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01 outubro, 2011
25 janeiro, 2011
Ainda as Presidenciais: Cavaco Silva, o Presidente de 23% dos Portugueses
PRESIDENCIAIS 2011
N.º de Eleitores: 9.629.630
Votos Válidos obtidos por Aníbal Cavaco Silva: 2.230.240 ou seja 23% dos Eleitores
Votos Válidos obtidos por Aníbal Cavaco Silva: 2.230.240 ou seja 23% dos Eleitores
Ganhou a eleição; Perdeu Portugal!
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Ainda as Presidenciais: Um esclarecimento de Defensor Moura sobre Cavaco Silva
Infelizmente, hoje verifico que, certamente por falta de espaço, as minhas afirmações foram muito reduzidas por aquele jornal e, por isso, decidi publicitar o meu resumo da citada entrevista:
Disse que Cavaco Silva não é isento nem leal, favoreceu amigos e correligionários e tolerou e beneficiou com negócios considerados ilícitos pela justiça, além de lhe faltar cultura política para se identificar com eventos relevantes da história recente do país, tendo eu afirmado que esses atributos são importantes na avaliação dos candidatos ao cargo de Presidente da República.
Informei ainda o referido jornal que, no Dia de Portugal de 2008, recusei a comenda de Grande Oficial da Ordem de Mérito, que o Presidente da República me quis atribuir, não só por considerar que o trabalho em Viana do Castelo tinha sido realizado por uma vasta equipa e não apenas por mim mas, também, por não aceitar ser distinguido por quem tinha tido uma série de atitudes pouco edificantes durante a preparação do evento.
No debate televisivo, fiz referência a vários factos ocorridos durante a preparação do Dia de Portugal em Viana do Castelo em 2008 que, na minha opinião, demonstram claramente que Cavaco Silva não tem perfil para ser PR e que só naquele momento, "olhos nos olhos" com o agora recandidato, senti o dever cívico de os revelar para que os portugueses o conheçam melhor, ultrapassando o poderoso aparelho de propaganda que lhe construiu a imagem de isenção e seriedade que "só em duas vidas" os outros portugueses poderiam alcançar.
A falta de isenção de Cavaco Silva foi revelada quando recusou o convite (mostrado ao jornalista) que lhe fiz para realizar o Dia de Portugal em Viana do Castelo em 2009, para encerrar as comemorações dos 750 anos do Município, antecipando-o para 2008.
Na altura o PR alegou que, sendo 2009 ano de eleições autárquicas não queria beneficiar nenhum município e, por isso, as comemorações seriam realizadas em Lisboa, com carácter mais nacional.
Afinal, em 2009 as comemorações realizaram-se num município liderado pelo PSD.
Para demonstrar o seu favorecimento de amigos e correligionários, considerei suficiente mostrar ao jornalista a proposta feita à Câmara Municipal pela Presidência da República para se contratar a fadista (Katia Guerreiro), que tinha sido mandatária da juventude na candidatura de Cavaco Silva, para um espectáculo público em Viana do Castelo.
A proposta indicava ainda um maestro e um palco especial para a actuação, tudo orçado em mais de 90 mil euros, com Iva incluído. A Autarquia recusou a proposta presidencial e realizou um espectáculo, de não menor qualidade, com artistas vianenses, que custou apenas seis mil e quinhentos euros.
Mas o despesismo da Presidência de Cavaco Silva, ainda foi mais exuberante no arranjo da sala para a cerimónia solene do Dia de Portugal. Não foi aceite a proposta da autarquia de a realizar no magnífico Teatro Municipal e, o arquitecto da equipa do PR, fez um projecto de decoração interior de um pavilhão de exposições, que constituiu uma verdadeira tenda gigante e que orçou em 165 mil euros, para um acto de apenas uma hora e meia!
Apesar de eu ter resistido o mais que pude a realizar tão grande despesa e até ter discutido o orçamento com a empresa, que fora indicada pela equipa presidencial, a Câmara Municipal teve de assumir aquele encargo perante a exigência presidencial da maior dignidade para as comemorações, sempre com a "ameaçadora hipótese" de o evento poder ser transferido para outra cidade.
A propósito da dispendiosa tenda alugada e paga por Viana do Castelo, cumpre-me denunciar que, numa clara atitude de favorecimento da Presidência de Cavaco Silva, uma tenda semelhante e para o mesmo acto em 2009, foi financiada pela Presidência da República e não pela autarquia liderada pelo PSD, certamente porque Cavaco Silva já começava a ter "preocupações com a pobreza e a fome", que agora sem pudor utiliza na campanha eleitoral , e decidiu poupar aquela despesa ao município amigo.
Mas, ainda tivemos de recusar outras dispendiosas propostas da Presidência da República, substituindo-as por realizações menos onerosas para a autarquia, como por exemplo um espectáculo multimédia para os convidados da Presidência que custava mais de 60 mil euros, substituída por uma sessão de fogo de artifício orçada em 14 mil euros, que foi oferecida aos convidados do PR e ao público vianense.
Por toda esta evidente diferença de postura, quer na gestão de dinheiros públicos, quer de isenção no exercício de cargos oficiais, achei muito estranha a vontade de Cavaco Silva me condecorar no Dia de Portugal e, em carta dirigida ao Chefe da Casa Civil, que mostrei ao jornalista como toda a correspondência relativa aos factos relatados, comuniquei que recusava receber a comenda de Grande Oficial da Ordem de Mérito.
Refira-se que estes factos ficaram sempre no restrito âmbito do meu gabinete e da vereação, porque entendi que a sua revelação perturbaria o evento que todos os vianenses desejavam ser um sucesso para o município, como foi.
Só agora decidi revelá-los, olhos nos olhos com o recandidato, por serem factos indesmentíveis e nesta altura de escolha do novo PR sentir a obrigação cívica de revelar a falta de isenção e lealdade, favorecimento e despesismo de Cavaco Silva no exercício do cargo, atributos absolutamente contrários aos que ele com despudor se atribui publicamente.
Sobre a deslealdade institucional de Cavaco Silva com o Governo, na inventona das escutas e não só, e, também, a deslealdade pessoal com os seus correligionários Fernando Nogueira e Santana Lopes, bem como sobre a forma como pactuou com os responsáveis do BPN e teve chorudos benefícios com as acções da SLN, que qualquer leigo só considera possíveis com negócios ilícitos, são factos do conhecimento público que referi de passagem no debate e a que nada pretendo acrescentar.
Devo dizer, no entanto, que ao longo dos anos, vários factos semelhantes me foram relatados por autarcas e outros protagonistas políticos que, por razões diversas, não foram revelados.
A terminar quero refutar veementemente a acusação de Cavaco Silva de que estarei a participar numa campanha suja contra o ainda Presidente da República, afirmando sem temor que sujas e altamente criticáveis foram estas e outras atitudes de Cavaco Silva no exercício do mandato presidencial e, com esta minha denúncia, pretendo que os portugueses fiquem a saber que o agora recandidato não é aquele político exemplar e acima de todas as suspeitas que a sua propaganda divulga há quase três décadas.
Estando disponível para qualquer esclarecimento complementar, apresento os melhores cumprimentos
Defensor Moura
27. Dezembro. 2010
PS.: Então e os cerca de 10.000.000 de contos (DEZ MILHÕES DE CONTOS) que a BRISA pagou no Verão de 1991 aos Empreiteiros, a título de prémios por antecipação de obras, a fim de ele (Cavaco Silva, então 1º Ministro) ir inaugurar antes das eleições parlamentares de OUT.91. Cujas eleições veio a ganhar com maioria absoluta. Pudera!!!!.............
Esta notícia dos prémios, veio a público na TV e nos Jornais, e o Gabinete do Sr. Primeiro Ministro mandou ordenar um rigoroso inquérito dentro da BRISA (que na altura era estatal), a fim de se apurar quem tinha sido o "traidor" que dera a conhecer esta informação para o exterior. Foi o próprio Presidente da BRISA na altura, Sr. Engº. Monteiro da Silva, quem o revelou. Felizmente o Inquérito não concluiu pela "descoberta" do "traidor". Mas ficou a perseguição...
A preocupação do sr, Cavaco Silva não foi de saber se era verdade ou mentira terem saído 10 milhões de contos duma empresa pública! Não, nada disso, ele queria era conseguir saber quem foi o "malandro" que "traiu" a Pátria. Pátria à maneira dele! Para ser severamente castigado!!!!!!!!!!!!!
Para quem tiver dúvidas sobre estes factos, é só, dirijirem-se à BRISA e pedir cópia deste Inquérito. Até parece de Inquisição...
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17 janeiro, 2011
A reforma de menos de 800 euros da D. Maria
Queixa-se Cavaco Silva da exeguidade da reforma da sua esposa Maria mas, como sempre, guarda tabu e não diz das razões.
Será porque a senhora, apesar de ter iniciado a sua carreira profissional como professora em 1960, nas Doroteias:
a) Não terá trabalhado em diversos períodos da sua vida e assim não procedeu aos respectivos descontos;
b) Recebeu por "debaixo da mesa" o pagamento de alguns dos seus serviços e também por isso não fez descontos nem pagou os respectivos impostos?
c) Se reformou antes do tempo e sendo assim sofreu as penalizações em vigor?
Uma última questão não acha que existem tabus a mais na vida de Cavaco Silva?
Será porque a senhora, apesar de ter iniciado a sua carreira profissional como professora em 1960, nas Doroteias:
a) Não terá trabalhado em diversos períodos da sua vida e assim não procedeu aos respectivos descontos;
b) Recebeu por "debaixo da mesa" o pagamento de alguns dos seus serviços e também por isso não fez descontos nem pagou os respectivos impostos?
c) Se reformou antes do tempo e sendo assim sofreu as penalizações em vigor?
Uma última questão não acha que existem tabus a mais na vida de Cavaco Silva?
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23 dezembro, 2010
Os 7 ... pré-candidatos às Presidenciais 2011
O prazo para apresentação das candidaturas á Presidência da República terminou hoje às 16:00 horas.
A lista dos nove pré-candidatos, todos ao sexo masculino, é a seguinte:
O Tribunal Constitucional irá verificar o cumprimento dos requisitos legais de cada uma delas, decidindo ou não da sua admissão até ao próximo dia 29 de Dezembro.
A lista dos nove pré-candidatos, todos ao sexo masculino, é a seguinte:
- Aníbal Cavaco Silva (Apoiado pelo CDS-PP, MEP e PSD);
- Defensor de Moura (Deputado na AR pelo Partido Socialista; Sem apoios partidários);
- Fernando Nobre (Sem apoios partidários);
- Francisco Lopes (Apoiado pelo PCP);
- José Manuel Coelho [Deputado na AR da Madeira pelo Partido "Nova Democracia" (PND)];
- Luís Botelho Ribeiro [(Líder do Partido "Portugal pro Vida" (PPV)];
- Manuel Alegre (Apoiado pelo BE e PS);
O Tribunal Constitucional irá verificar o cumprimento dos requisitos legais de cada uma delas, decidindo ou não da sua admissão até ao próximo dia 29 de Dezembro.
13 dezembro, 2010
Wikileaks: mensagem americana referindo o incómodo de Cavaco Silva por não ter sido recebido na Casa Branca
Cable sobre el malestar de Cavaco Silva por no haber sido recibido en la Casa Blanca · ELPAÍS.com
A mensagem está datada de 29 de Agosto de 2008 e explica que o atraso no reconhecimento do Kosovo e com a redução de efectivos portugueses no Afeganistão é da responsabilidade de Cavaco Silva desgostado por não ter sido recebido na Casa Branca em 2007.
Siga o link para ver a mensagem.
A mensagem está datada de 29 de Agosto de 2008 e explica que o atraso no reconhecimento do Kosovo e com a redução de efectivos portugueses no Afeganistão é da responsabilidade de Cavaco Silva desgostado por não ter sido recebido na Casa Branca em 2007.
Siga o link para ver a mensagem.
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12 dezembro, 2010
Cavaco Silva recusa diálogo com leitores do Público. Terá medo de quê?
O Público vai colocar os seus leitores em diálogo directo com os candidatos que disputam a eleição para a próxima Presidência da República, que se realizará a 23 de Janeiro.
A partir de terça-feira, dia 14, até sexta, cada um dos quatro candidatos que aceitaram o convite - Defensor Moura, Fernando Nobre, Francisco Lopes e Manuel Alegre - em cada um dos dias, responderá a perguntas dos leitores, durante uma hora.
Cavaco Silva recusou-se a participar.
O calendário destes diálogos será o seguinte:
Defensor Moura terça-feira, dia 14 de Dezembro, entre as 15h e as 16h.
Fernando Nobre quarta-feira, dia 15 de Dezembro, entre as 10h e as 11 h.
Francisco Lopes quinta-feira, dia 16 de Dezembro, entre as 15h30 e as 16h30.
Manuel Alegre sexta-feira, dia 17 de Dezembro, entre as 10h e as 11h.
Fernando Nobre quarta-feira, dia 15 de Dezembro, entre as 10h e as 11 h.
Francisco Lopes quinta-feira, dia 16 de Dezembro, entre as 15h30 e as 16h30.
Manuel Alegre sexta-feira, dia 17 de Dezembro, entre as 10h e as 11h.
Os chat são moderados pela jornalista do Público São José Almeida.
27 outubro, 2010
Ontem estive num país onde a democracia esteve em coma durante mais de meia hora
Se não repararam é porque não abriram a televisão entre as 20:00 e as 20:45 de ontem ou então já estão completamente insensíveis e merecem o destino que escolheram: a triste e vil tristeza de apenas servirem para serem tratados como coisas descartáveis.
Durante mais de meia hora as três televisões portuguesas, transmitiram em directo, o antes, o durante e o depois da apresentação de uma candidatura presidencial.
Anteriormente já tinham feito a apresentação das suas candidaturas Defensor Moura, Fernando Nobre, Francisco Lopes e Manuel Alegre. Nenhum deles mereceu, felizmente, tão extensa e untuosa atenção.
Critérios redactoriais... uma treta. Só no tempo da ditadura se via tamanho dislate e bajulice.
Que a SIC e a TVI o façam é natural. Servem os "donos" e o candidato Cavaco é o que melhor serve os interesses dos seus "donos e senhores".
Agora a RTP 1? A televisão oficial portuguesa? Que falta de independência, profissionalismo e dignidade.
Eu não estou contra que se tenha feito a cobertura em directo, por todas as razões, mas com peso, conta e medida e de forma profissional.
Em televisão cada segundo conta. A notícia era a apresentação de um candidato à Presidência da República, importante só por si, sem dúvida, mas o que interessava conhecer e logo para fazer a notícia, era a sua afirmação de candidatura e das suas razões, e não o seu panegírico em discurso directo.
Aliás quando se tem os privilégios de uma tal cobertura mediática televisiva, que se vai manter porque ainda para mais é o PR em exercício, é mera hipocrisia declarar que se vai apenas usar 50% do permitido por lei para as campanhas presidenciais ou que não se vai usar outdoors. É a natural esperteza saloia a querer passar um atestado de acefalia à generalidade das cidadãs e cidadãos.
De resto nada de novo: a mera reafirmação de coisas mesquinhas, banais e populistas, que não ajudaram nos últimos 5 anos a fazer Portugal.
Durante mais de meia hora as três televisões portuguesas, transmitiram em directo, o antes, o durante e o depois da apresentação de uma candidatura presidencial.
Anteriormente já tinham feito a apresentação das suas candidaturas Defensor Moura, Fernando Nobre, Francisco Lopes e Manuel Alegre. Nenhum deles mereceu, felizmente, tão extensa e untuosa atenção.
Critérios redactoriais... uma treta. Só no tempo da ditadura se via tamanho dislate e bajulice.
Que a SIC e a TVI o façam é natural. Servem os "donos" e o candidato Cavaco é o que melhor serve os interesses dos seus "donos e senhores".
Agora a RTP 1? A televisão oficial portuguesa? Que falta de independência, profissionalismo e dignidade.
Eu não estou contra que se tenha feito a cobertura em directo, por todas as razões, mas com peso, conta e medida e de forma profissional.
Em televisão cada segundo conta. A notícia era a apresentação de um candidato à Presidência da República, importante só por si, sem dúvida, mas o que interessava conhecer e logo para fazer a notícia, era a sua afirmação de candidatura e das suas razões, e não o seu panegírico em discurso directo.
Aliás quando se tem os privilégios de uma tal cobertura mediática televisiva, que se vai manter porque ainda para mais é o PR em exercício, é mera hipocrisia declarar que se vai apenas usar 50% do permitido por lei para as campanhas presidenciais ou que não se vai usar outdoors. É a natural esperteza saloia a querer passar um atestado de acefalia à generalidade das cidadãs e cidadãos.
De resto nada de novo: a mera reafirmação de coisas mesquinhas, banais e populistas, que não ajudaram nos últimos 5 anos a fazer Portugal.
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27 junho, 2010
A não perder: Entrevista com Janúario Torgal Ferreira, Bispo, no Ionline
Concordo e aceito um homem que viva com um homem in Ionline
O título do "Ionline", que suporta o link para a entrevista, é um chamariz. Este é apenas um dos temas - importantes - que foram abordados na entrevista com o Bispo Januário Torgal Ferreira, realizada pela jornalista Rosa Ramos. Uma boa entrevista.
Na entrevista vai passando:
Saramago; "O Evangelho segundo Jesus Cristo"; o artigo do L' Osservatore Romano" (Eu pensei que esse extremismo já tivesse passado, esse radicalismo. Não ficava mal mostrar alguma sensatez - mantendo a verdade - diante de uma pessoa que já cá não está para se defender.); comunismo;
A "esquerda" (Se as pessoas entenderem que ser de esquerda é falar dos problemas sociais, defender gente desempregada, demonstrar diante de sistemas governamentais a sua inutilidade, desvarios e erros...); CGTP;
O casamento homossexual (...casamento com o qual eu não concordo e que entendo como união.); a argumentação de Cavaco Silva aquando da promulgação (... produção cultural insuficiente da argumentação usada: dizer que não veta por causa da situação crítica que estamos a atravessar?); o movimento de homossexuais católicos; a prática da homossexualidade (Com certeza que um casal homossexual não é um teórico, não é? E os afectos traduzem-se por essa prática, por essa fusão psíquico-afectiva da unidade misteriosa que é o ser humano.) e a posição da Igreja Católica;
Planeamento familiar;
Igreja; os "novos movimentos"; ritos; centralismo do Vaticano;
Razão e fé.
Recomendo a leitura pois é uma entrevista que carrega a esperança de que milhões de católicos possam vir a abraçar, um dia, uma sociedade mais aberta, mais justa, mais inclusiva, mais fraterna e progressiva, objectivo que infelizmente apenas alguns desde há muito defendem.
Bastava para tal que seguissem o exemplo radical de Cristo adaptado aos nossos tempos.
A questão é que, por cada Januário cristão, existem dezenas de aliados do obscurantismo mais reaccionário, que preferem o conúbio com a riqueza e o poder, do que com a justiça social e os mais desfavorecidos e pobres.
16 maio, 2010
Crise: terá o plano actual o mesmo desfecho do pacote de 1983?
Crise: terá o plano actual o mesmo desfecho do pacote de 1983? - Economia - PUBLICO.PT
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Um artigo de João Ramos de Almeida onde se faz um recordatório dos eventos que conduziram à intrevenção do FMI em 1983 e das suas consequências [negras, em minha opinião, e pelos vistos sem resultados].
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Um artigo de João Ramos de Almeida onde se faz um recordatório dos eventos que conduziram à intrevenção do FMI em 1983 e das suas consequências [negras, em minha opinião, e pelos vistos sem resultados].
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