Mostrar mensagens com a etiqueta Onu-Il. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Onu-Il. Mostrar todas as mensagens

16 dezembro, 2010

ONU reitera rejeição dos colonatos israelitas em terras palestinas

As Nações Unidas reiteraram a sua rejeição à construção de colonatos israelitas nos territórios palestinos ocupados e deixou aos Estados Unidos a tarefa de retomar os contactos indirectos entre Tel Aviv e a Autoridade Palestina.

A ONU mantém que a actividade de colonização é contrária à lei internacional, ao Road Map e à posição do Quarteto para o Médio Oriente, afirmou o coordenador da organização para o processo de paz nessa região, Robert Serry.

Durante a sua comparecência mensal ante o Conselho de Segurança para analisar o conflito nessa área o diplomata fez questão de frisar que Israel deve cumprir suas obrigações, congelando a edificação nos colonatos e desmantelando os que foram construídas desde Março de 2001.

Assim mesmo, considerou necessária a participação dos Estados Unidos como mediador entre Tel Aviv e a parte palestina para retomar as reuniões indirectas.

A intransigência israelita em prosseguir com a construção nos colonatos foi o argumento utilizado por Washington para, há cerca de duas semanas, abandonar as pressões que exercia sobre Israel para o regresso às negociações directas.

Segundo Serry, é crucial "a mediação de uma terceira parte", referindo o papel ora outorgado a Washington com o objectivo de alcançar uma solução de dois Estados (um israelita e outro palestino) e o fim da ocupação dos territórios iniciada em 1967.

31 maio, 2010

Público faz extensa cobertura do acto de pirataria israelita, atacando um barco turco desarmado em águas internacionais

Pelo menos 15 mortos em ataque israelita a barcos que levavam ajuda a Gaza - Mundo - PUBLICO.PT

O Público está a fazer uma boa cobertura. A lêr e a seguir as actualizações

Falta-lhe informar que o ataque se deu fora das águas territoriais palestinas controladas pela potência ocupante, em contravenção com o direito internacional aplicável, nomeadamente a Convenção do Direito do Mar. Ou seja um acto de pirataria, contra um barco desarmado, sob bandeira da Turquia e que apenas transportava ajuda humanitária.

Refere desenvolvendo: a forte reação da Turquia, a posição da UE - que pede inquérito e fim do bloqueio da ONU - a Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Navi Pillay, afirmou-se “chocada” com o assalto do Exército israelita - da Autoridade Nacional Palestina, da Suécia, da França, da Liga Árabe.

Na única reacção até ao momento que não condena Israel, o secretário de Estado adjunto dos Negócios Estrangeiros italianos, Alfredo Mantica, considerou que a tentativa dos barcos de romperem o embargo israelita foi "uma provocação".