26 agosto, 2010

Liberman: O pirómano

Lieberman: Settlement building should restart in September - Haaretz Daily Newspaper | Israel News


Lieberman: a construção de colonatos deve recomeçar em Setembro

Não existem motivos para que a construção não deva ser reatada nos principais colonatos da Cisjordânia quando o congelamento de 10 meses terminar em 26 de Setembro, afirmou o ministro dos Negócios Estrangeiros.

Eis a súmula do artigo. Se quiser saber mais sobre este tema é só seguir  o link.

24 agosto, 2010

Uma história triste...


Não encontrei qualquer informação sobre este vídeo que, por acaso, veio parar à minha caixa de correio.

 Se alguém tiver pistas, agradeço.

Uma fina linha preta por Amira Hass

A thin black line - Haaretz Daily Newspaper | Israel News

Ontem, depois de ter publicado uma chamada de atenção para a entrevista de Alexandra Lucas Coelho a Joe Sacco, a propósito da sua obra e do seu livro "Footnotes in Gaza", encontrei este artigo da Amira Hass, publicado no Haaretz em 11 de Fevereiro de 2010: "Uma fina linha preta"

Inicia assim o seu artigo

"Que aconteceu em Novembro de 1956 durante a ocupação israelita de Khan Yunis e Rafah?

Baseada em documentos e depoimentos, "Footnotes in Gaza" (Notas de rodapé em Gaza), uma novela gráfica pelo jornalista-cartonista Joe Sacco, descreve a morte de cerca de 275 civis. Oficialmente Israel na época não o negou, nem reconheceu qualquer irregularidade."

O resto terá de ler em inglês seguindo o link.

Diane Savino: a causa do casamento entre pessoas do mesmo sexo


Por aqui já legalizamos este direito mas noutros pontos do globo esta questão continua enovelada na  teia do preconceito  e da hipocrisia ética, moral e religiosa.

Encontrei este vídeo ontem e a forma apaixonada, estimulante, corajosa, e criativa como a senadora do Estado de Nova Iorque Diane Savino, defende a causa do direito à igualdade de tratamento do casamento entre pessoas  do mesmo sexo, leva-me a partilha-lo convosco.

Esta intervenção foi realizada momentos antes dos legisladores do estado de Nova York terem rejeitado um projecto de lei sobre a igualdade fundamental do casamento, em Dezembro de 2009.

Director-Geral da Agência de Energia Atómica visita Israel. Em treze anos é a segunda visita.

O director-geral da Agência Internacional de Energia Atómica (IAEA), Yukiya Amano, iniciou ontem a sua primeira visita a Israel desde que assumiu o cargo, em Dezembro de 2009, informa a edição digital do diário Haaretz.

Segundo o jornal, a viagem tem como objectivo melhorar as relações entre a agência nuclear das Nações Unidas e Israel, [e, espero eu, para iniciar uma maior supervisão aos programas nucleares, civil e militar,de Israel pela IAEA]. Israel não confirma ou desmente oficialmente o tamanho do seu arsenal nuclear, estimado em cerca de 300 ogivas.

O anterior presidente da IAEA, o egípcio Mohamed El Baradei, durante os seus mandatos, 12 anos no total, só visitou duas vezes Israel e uma delas com carácter privado.

Yukiya Amano reunirá com o presidente israelita, Shimon Peres, e com os vice primeiro-ministros e ministros dos Assuntos Estratégicos, Moshe Yaalon, e dos Serviços de Informação e da Energia atómica, Dan Meridor; e com o director da Agência Israelita para a Energia Atómica, Shaul Horev, que foi quem lhe endereçou o convite para esta visita [o interesse oficial em afirmar que é esta visita é fruto de um convite e não do cumprimento de uma obrigação de prestar contas à IAEA, situação que começa a ser insustentável a nível internacional].

Amano não se reunirá com o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, que está de férias, segundo o Haaretz.

A visita de Amano tem como pano de fundo o progresso do plano nuclear iraniano, que Israel encara como uma ameaça à sua existência, [a versão oficial e que Israel pretende dar maior enfase por motivos de e a preparação de uma reunião geral da AIEA na qual os países árabes querem discutir o programa nuclear israelita e a sua recusa em assinar o Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP).

Em Maio, a conferência de revisão do TNP apelou, no seu documento final - adoptado por consenso pelos 189 signatários do tratado - a Israel que se juntasse ao tratado e convocou uma conferência a realizar em 2012 com o objectivo de criar uma zona livre de armas nucleares no Médio Oriente.

Netanyahu classificou então o texto como "profundamente erróneo e hipócrita".